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o fracasso está na moda.
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aqueles que o olham com acolhimento acabam conquistados.
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como?
como quem lê um livro de aventuras contado na primeira pessoa e se revê nele, não na acção, mas no desejo de.
como a adulteração, sempre tão desejada, nunca sujeitada.
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e é assim:
com o fracasso na frente, em mente, que dão o primeiro passo na falha. e caem sem nunca o terem experienciado, sequer tocado – caem nos braços da sua irmã gémea: ética, a ilusionista.
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
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